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Expropiació d'aliments a Barcelona

estelnegre | 23 Novembre, 2008 15:52

Expropiació d'aliments a Barcelona

Piràmide del sistema capitalista

El passat dissabte 15 de novembre un grup de persones expropiaren i distribuïren aliments d'un supermercat Eroski al barri del Besòs de Barcelona. Durant el fet repartiren un pamflet. Aquí en teniu el text:

Crisi?!

Què la paguin els rics!

Aquests productes que pots collir gratis han estat expropiats/recuperats/robats d'una empresa Capitalista. És a dir, part integrant del Sistema d'Explotació que ens obliga a vendre el nostre temps sota el jou del Treball Assalariat, que ens condemna a l'esclavitud i l'enriqueix, d'un Sistema amb una classe Política que es riu de nosaltres parlant de cimeres de refundació del Capitalisme mentre la crisi la paguem la gent de sempre: pencadors, joventut, dones, immigrants...

En un món on tot està mercantilitzat aquesta mena d'accions busquen demostrar que és possible la lluita directa, una lluita d'atac contra un Sistema basat en l'explotació humana i del planeta, un Sistema que mercantilitza i fa negoci de totes o de gairebé totes les nostres necessitats vitals: menjar, allotjament, vestimenta...

Perquè estem cansats de les seves promeses incomplides, de les seves mentides, de la seva prepotència, de la seva legalitat asfixiant...

No volem la refundació del Capitalisme, volem la seva destrucció!

Ens declarem en guerra contra tota forma d'explotació: ens vestirem i menjarem furtant de les seves botigues i supermercats, les nostre necessitats vitals no han d'estar mercantilitzades.

Demà l'Autogestió serà necessària, avui cal l'expropiació!

No els compris res!

Què la crisi la paguin els rics!

Avui nosaltres, demà tu!

Contra l'Estat i el Capital...

Guerra Social!

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Comentaris

  1. Los Mossos buscan a unos 15 jóvenes por asaltar un supermercado

    Aunque la imagen inicial de los hechos parecería la de un saqueo, lo cierto es que los Mossos d'Esquadra, tras conocer ayer los primeros detalles del caso, descartaron esta hipótesis. Los hechos ocurrían pocas horas antes, sobre la una del mediodía, cuando un supermercado de Barcelona, perteneciente a la cadena Ecoconsum, se puso en contacto con la policía autonómica. El motivo se debió al altercado que acababa de ocurrir, tras haber recibido la visita de un grupo formado por unos 15 jóvenes, que inicialmente parecía que entraban a comprar, como el resto de personas que en aquel momento también estaban allí.

    Los jóvenes entraron en el establecimiento, situado en la calle Llull, cogieron cada uno de ellos una cesta, y comenzaron a rellenarlas con comida. Cuando iban llegando a las zonas de pago, las esquivaron automáticamente. Las cajeras comenzaron a gritarles "¿dónde vais?", intentando retenerles para que no se marchasen sin pagar, pero les resultó imposible debido a que el grupo las iba apartando a empujones.

    Los jóvenes salieron corriendo, perdiéndose en las inmediaciones y tomando distintas calles, dejando a su paso la mayor parte de la comida desparramada por las aceras. Esta ha sido una de las claves que ha tenido en cuenta la policía catalana para descartar que se tratase de un saqueo propiciado por la situación de crisis. "Alguien que necesitase robar de esa manera para conseguir comida no la dejaría después tirada en la calle", explicaron fuentes de este cuerpo. Otro factor a tener en cuenta es, también, la joven edad de los actores. "Un saqueo se produce ante una situación de alerta de la que la gente se aprovecha y se lleva lo que encuentra", añadieron.

    En todo caso, las fuentes consultadas, que consideraron lo sucedido como "una travesura", reiteraron que, al margen del objeto del asalto, "se ha abierto una investigación, ya que lo que han hecho está tipificado como un delito de robo", explicaron. Los Mossos d'Esquadra, tras personarse en el supermercado, estuvieron interrogando a las personas que presenciaron los hechos para lograr identificar a los vándalos.

    XIANA SICCARDI i NANDO GARCÍA

    ("El Mundo", 16-11-08)

    XIANA SICCARDI i NANDO GARCÍA | 23/11/2008, 15:55
  2. Tudo para todos: Supermercado é expropriado na Grécia

    [Continuam as ações anárquicas de expropriações em supermercados gregos. Desta vez o alvo foi um estabelecimento comercial em Tessalônica, a segunda maior cidade grega.]
    No dia 12 de novembro, quarta-feira, um grupo entre 30 e 40 anarquistas praticou uma expropriação no supermercado Masoutis, localizado na Rua Papafi, em Kato Toumba. Em seguida, ele/as distribuíram os produtos de necessidades básicas em uma área pública próxima do supermercado, em meio aos aplausos e gritos de apoio da população. A reação das pessoas foi imediata, levando tudo que tinha nos carrinhos de supermercado em poucos segundos.
    Nos dias 15, 16 e 17 de outubro ações semelhantes aconteceram em outros supermercados localizados em Tessalônica. Desta vez as mercadorias expropriadas foram distribuídas em locais de grande concentração de imigrantes.
    Estas ações estão ficando cada vez mais populares entre as pessoas. Os meios de comunicação corporativos gregos não podem mais esconder os fatos, mas tentam deturpá-los, no que se convencionou chamar midiaticamente de "ações de Robin Hood modernos".
    Fotos: http://athens.indymedia.org/front.php3?lang=el&article_id=923750
    Tomar de volta o que nos é roubado!
    Temos que sobreviver em um sistema que dá luz e vida à incidentes de exploração vulgar de um ser humanos por outro ser humano. Algumas de suas conseqüências são as carestias, baixos salários, pensões e, em geral, a miséria de extensas partes da sociedade. Assistimos todos os dias o/as repórteres, comentaristas, e consumidore/as raivoso/as se queixando sobre a carestia. Os protestos variam do mero grito contra a carestia, boicotando certos produtos, até o envio de cartas aos ministros para tomarem algumas medidas, porém são simples ilusões de reação, buracos na água!
    Seria irracional para alguém acreditar que aquele que cria, molda e lucra nesta situação possa dar a solução. Nós percebemos que estas coisas não podem trazer nenhuma solução, nem mesmo levar a uma vida generalizadamente melhor.
    Para nós o problema é o sistema, a autoridade e a exploração, e assim nós não esperamos que nenhum ministro, ou empresário dos negócios dê a solução. A única solução para nós é a nossa confrontação com toda forma de autoridade e uma guerra contra todos os patrões, pequenos ou grandes.
    Então, decidimos “invadir” um grande supermercado, para expropriar produtos que usamos todos os dias a fim de distribuí-los livremente e de graça para aquele/as que o produzem e para qual eles pertencem.
    Esta é uma mínima ação de solidariedade para e com as partes desta sociedade que sente a exploração e a guerra diária dos patrões. Nós não aceitamos a figura do “Robin Hood dos pobres” (que depois, no entanto, e com uma razão específica, foi atribuído a nós pela mídia de massa), já que o que nos motiva não é a caridade, nem temos as ilusões de nos tornarmos uma vanguarda que fará isto para a vida, criando mais divisões entre o/as explorado/as.
    Esta ação teve um caráter simbólico. Mas não temos as ilusões que, por conta própria, fazendo tais ações, podemos derrubar o sistema. Desafiamos as pessoas para destruírem as correntes que nos sufocam e para agir, cada um por sua própria maneira, negando este sistema de escravidão.
    Contra os exploradores, servos submissos e repórteres que reproduzem a mentira e a propaganda estatal, nós escolhemos continuar nossas ações por uma sociedade onde a solidariedade, não a exploração, reinará entre as pessoas.
    Atenção. Mantemos nossos rostos cobertos como um meio de mera proteção contra os policiais, informantes e guardas de segurança. É obvio que não temos nenhuma intenção de aterrorizar as pessoas que nós saudamos. Tudo para Todos!
    Anarquistas e Antiautoritário/as

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